Térmica
Acústica
Auditoria energética
Dados Gerais
Tipo de utilização: habitação;
Área útil: 48m2;
Zona Climática: I2, V3S;
Orientação solar do alçado principal: sensivelmente a Norte.
Inércia Térmica: média.
• Envolvente Opaca
Parede exterior
Parede exterior de alvenaria de pedra ordinária com uma espessura de aproximadamente 0,70 m, de cor clara, rebocada em ambas as faces. A parede é constituída por camadas de reboco com 2cm de espessura (condutibilidade térmica de 1,30 W/m.ºC) e pano de alvenaria de pedra ordinária, que à falta de informação concreta acerca da sua constituição optou-se por adoptar o valor do coeficiente de transmissão térmica retirado a partir do Quadro II.2 (Parede rebocada (anterior a 1960) - Paredes simples), do Anexo II do ITE54 - "Valores por defeito dos coeficientes de transmissão térmica superficiais".
Parede exterior de alvenaria de pedra ordinária, na zona dos vãos envidraçados, com uma espessura de aproximadamente 0,30 m, de cor clara, rebocada em ambas as faces. A parede é constituída por camadas de reboco com 2cm de espessura (condutibilidade térmica de 1,30 W/m.ºC) e pano de alvenaria de pedra ordinária, que à falta de informação concreta acerca da sua constituição optou-se por adoptar o valor do coeficiente de transmissão térmica retirado a partir do Quadro II.2 (Parede rebocada (anterior a 1960) - Paredes simples), do Anexo II do ITE54 - "Valores por defeito dos coeficientes de transmissão térmica superficiais".
Parede interior
Parede interior de alvenaria de pedra ordinária com uma espessura de aproximadamente 0,30 m, rebocada em ambas as faces, em contacto com o edifício adjacente. A parede é constituída por camadas de reboco com 2cm de espessura (condutibilidade térmica de 1,30 W/m.ºC) e pano de alvenaria de pedra ordinária, que à falta de informação concreta acerca da constituição da parede optou-se por adoptar o valor do coeficiente de transmissão térmica retirado a partir do Quadro II.2 (Parede rebocada (anterior a 1960) - Paredes simples), do Anexo II do ITE54 - "Valores por defeito dos coeficientes de transmissão térmica superficiais".
Parede interior de alvenaria de pedra ordinária com uma espessura de aproximadamente 0,70 m, rebocada em ambas as faces, em contacto com o edifício adjacente. A parede é constituída por camadas de reboco com 2cm de espessura (condutibilidade térmica de 1,30 W/m.ºC) e pano de alvenaria de pedra ordinária, que à falta de informação concreta acerca da constituição da parede optou-se por adoptar o valor do coeficiente de transmissão térmica retirado a partir do Quadro II.2 (Parede rebocada (anterior a 1960) - Paredes simples), do Anexo II do ITE54 - "Valores por defeito dos coeficientes de transmissão térmica superficiais".
Cobertura exterior
Cobertura exterior revestida a telha cerâmica. À falta de informação concreta acerca da constituição da cobertura optou-se por adoptar o valor do coeficiente de transmissão térmica retirado a partir do Quadro III (Cobertura pesada inclinada), do Anexo II do ITE54 - "Valores por defeito dos coeficientes de transmissão térmica superficiais".
• Envolvente envidraçada
Vãos envidraçados com caixilharia em madeira, sem classificação relativamente à sua permeabilidade ao ar, com vidro duplo incolor (vidro interior com 4 mm, lâmina de ar com 7 mm e vidro exterior com 3mm de espessura), equipado com portada interior em madeira de cor clara.
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• Critérios de amostragem e resultados das medições
As medições visaram a determinação do isolamento sonoro a sons aéreos de fachadas, com altifalante.
A área translúcida do elemento de fachada analisado, designadamente o Quarto localizado no Piso 1, é de cerca de 22% da área da fachada. Como este valor é inferior ao indicado na subalínea iv), da alínea a), do ponto 1, do artigo 5º do RRAE (60%), não é necessário corrigir o índice avaliado, D 2m, nT, w (27 dB), com os termos de adaptação C ou Ctr, conforme o tipo de ruído dominante na emissão.
A análise prévia dos elementos de projecto disponibilizados e do edifício em estudo permitiu considerar uma amostragem representativa de um conjunto de soluções construtivas adoptadas, sem contudo poder considerar-se como uma análise exaustiva de todas as soluções aplicadas no edifício. Não foi analisado o desempenho acústico das soluções adoptadas, do ponto de vista do isolamento acústico a sons aéreos e de percussão para os edifícios adjacentes.
• Considerações finais
O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea, padronizado, D 2m, nT, w, registado entre o exterior do edifício e o quarto localizado no 1.º Piso, foi D2m, nT, w = 27 dB; segundo o RRAE este requisito deve satisfazer as condições: D 2m, nT, w +3 ≥ 33 dB (em zonas mistas) ou D 2m, nT, w +3 ≥ 28 dB (em zonas sensíveis).
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• Caracterização de Consumos
Moradia localizada em Portalegre. A moradia é residência de um casal de reformados, desde Março de 2012, data em que ficou concluída a obra de requalificação deste edifício. A moradia tem dois pisos e uma área útil cerca dos 48,2 m2.
Na moradia é consumida energia eléctrica para os diversos equipamentos existentes; é também consumido gás butano em garrafas de 13 kg, para o aquecimento de água para banhos e para cozinhar.
Uma vez que a moradia em análise só entrou em utilização em Março de 2012, à data da auditoria não existia ainda um histórico de consumos alargado, pelo que foram utilizados os primeiros 6 meses de leituras (Abril e Outubro de 2012) e extrapolados para o ano. São apresentados na Tabela 4 os custos e o consumo anual estimado. No mesmo período, o Indicador de Eficiência Energética real (IEEreal) calculado com base nos consumos de energia, apresenta os valores indicados na Tabela 5.
Os Gráficos 1, 2 e 3, apresentam a desagregação do consumo de energia, eléctrica e gás butano, respectivamente,
• Oportunidades de melhoria:
Envolvente
Intervenção na cobertura, no sentido de evitar o surgimento de infiltrações nas paredes encostadas aos edifícios vizinhos. Esta intervenção permitirá reduzir a degradação das paredes e dos bens no interior da moradia, permitirá melhorar a salubridade e a qualidade de vida dos seus habitantes e evitará consumos de energia com o aquecimento ambiente.
Iluminação
Outra oportunidade de menor relevo, está relacionada com a existência de algumas lâmpadas incandescentes, que, quando alcançarem o seu final de vida, deverão ser substituídas por lâmpadas mais eficientes, nomeadamente por lâmpadas fluorescentes compactas à semelhança das que existem um pouco por toda a casa, apresentando consumos cerca de 80%inferiores e com esperanças de vida 8 a 10 vezes superiores.
Considerando a potência dos equipamentos existentes e o cuidado verificado na utilização criteriosa da energia eléctrica, confirmada pelo diagrama de carga registado à data da auditoria, recomenda-se a redução da potência contratada dos actuais 3,45 kVA, para o escalão inferior (2,3 kVA), permitindo assim uma redução da factura de energia em 15,6 € anuais (preços de 2012).








